Desastre aéreo
O inspector-geral do Ministério das Finanças, Manuel João Landa, o músico Action Nigga e o Dj Maskarado estão entre as vítimas mortais do avião das Linhas Aéreas de Moçambique que se despenhou na sexta-feira no Norte da Namíbia e no qual viajavam nove angolanos.
De acordo com uma fonte do Ministério das Finanças, além de Manuel João Landa, também morreram no acidente as inspectoras Domingas Freire dos Santos e Almejada Laura Vatuva, que regressavam de Maputo, aonde se deslocaram em serviço no quadro da conferência anual
das Inspecções Gerais da CPLP.
O ministro Armando Manuel suspendeu o Conselho Consultivo do Ministério das Finanças que vinha decorrendo desde sexta-feira no Centro de Convenções de Talatona, tão logo soube da confirmação do desaparecimento de três quadros seniores da sua instituição que seguiam a bordo do avião da LAM.
Em nota a que o Jornal de Angola teve acesso, o ministro das Finanças, profundamente consternado, destacou o serviço público prestado pelos quadros desaparecidos e criou uma comissão de exéquias para as últimas homenagens.
Morreu também no acidente a moçambicana Dulce Maria Chimene, que trabalhava e residia em Angola. “O avião foi completamente reduzido a cinzas e não há sobreviventes”, avançou à Reuters Willy Bampton, responsável da polícia namibiana. Os destroços do avião, que fazia a ligação entre Maputo e Luanda, foram encontrados no Parque Nacional
de Bwabwata, no norte da Namíbia, junto à fronteira com o Botswana.
A companhia aérea moçambicana informou que seguiam a bordo do Embraer 190, fabricado e adquirido pela LAM em 2012 no Brasil, dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês, um brasileiro e um chinês. Ao todo, estavam 33 pessoas a bordo, entre as quais 27 passageiros e seis tripulantes. O avião descolou do Aeroporto Internacional de Maputo às 11h26 de sexta-feira e devia ter aterrado nacapital
angolana às 14h10. A administradora-delegada da LAM, Marlene Manave, disse que a última comunicação com a tripulação ocorreu às 13h30 de sexta-feira.
O comandante do voo TM 470 era um moçambicano com larga experiência aos comandos de aeronaves da LAM, com mais de quatro mil horas de voo, e já foi chefe
de operações e instrutor de voo. Esta não era a primeira vez que fazia o voo Maputo - Luanda e vice-versa.
O seu co-piloto, também moçambicano, tinha experiência de voo, com pelo menos mil horas nos aviões da companhia aérea moçambicana. Este foi o primeiro acidente em que um avião das Linhas Aéreas de Moçambique se despenhou e os ocupantes morreram, em 33 anos de operações nacionais e internacionais da companhia aérea moçambicana.
Desde 2011, altura em que a LAM foi banida de voar no espaço aéreo europeu, a empresa começou o processo de renovação da frota, anteriormente composta por aparelhos Boeing, por modernos aviões como o que se despenhou na sexta-feira. Além do Embraer 190, a LAM utiliza os modelos 120 e 145 da Embraer, Q 400 da canadiana Bombardier e um Boeing 737-500, produzido nos Estados Unidos.
O ministro Armando Manuel suspendeu o Conselho Consultivo do Ministério das Finanças que vinha decorrendo desde sexta-feira no Centro de Convenções de Talatona, tão logo soube da confirmação do desaparecimento de três quadros seniores da sua instituição que seguiam a bordo do avião da LAM.
Em nota a que o Jornal de Angola teve acesso, o ministro das Finanças, profundamente consternado, destacou o serviço público prestado pelos quadros desaparecidos e criou uma comissão de exéquias para as últimas homenagens.
Morreu também no acidente a moçambicana Dulce Maria Chimene, que trabalhava e residia em Angola. “O avião foi completamente reduzido a cinzas e não há sobreviventes”, avançou à Reuters Willy Bampton, responsável da polícia namibiana. Os destroços do avião, que fazia a ligação entre Maputo e Luanda, foram encontrados no Parque Nacional
A companhia aérea moçambicana informou que seguiam a bordo do Embraer 190, fabricado e adquirido pela LAM em 2012 no Brasil, dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês, um brasileiro e um chinês. Ao todo, estavam 33 pessoas a bordo, entre as quais 27 passageiros e seis tripulantes. O avião descolou do Aeroporto Internacional de Maputo às 11h26 de sexta-feira e devia ter aterrado nacapital
O comandante do voo TM 470 era um moçambicano com larga experiência aos comandos de aeronaves da LAM, com mais de quatro mil horas de voo, e já foi chefe
O seu co-piloto, também moçambicano, tinha experiência de voo, com pelo menos mil horas nos aviões da companhia aérea moçambicana. Este foi o primeiro acidente em que um avião das Linhas Aéreas de Moçambique se despenhou e os ocupantes morreram, em 33 anos de operações nacionais e internacionais da companhia aérea moçambicana.
Desde 2011, altura em que a LAM foi banida de voar no espaço aéreo europeu, a empresa começou o processo de renovação da frota, anteriormente composta por aparelhos Boeing, por modernos aviões como o que se despenhou na sexta-feira. Além do Embraer 190, a LAM utiliza os modelos 120 e 145 da Embraer, Q 400 da canadiana Bombardier e um Boeing 737-500, produzido nos Estados Unidos.
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