sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Conclusão do aeroporto de Luanda e do programa de refundação da TAAG constam do PND

Conclusão do aeroporto de Luanda e do programa de refundação da TAAG constam do PND



Luanda - O Plano Nacional de Desenvolvimento 2012/2017 tem como politica no sector de transportes aéreos assegurar a conclusão da construção do novo Aeroporto de Luanda e concluir o Programa de Refundação da Transportadora Aérea Angola (TAAG).


O novo aeroporto internacional está a ser erguido a 40 quilómetros da capital numa área de 1.324 hectares e terá duas pistas duplas com capacidade de aterragem do maior avião comercial do mundo, o Airbus A380.
O Programa que contempla a reabilitação e construção de infra-estruturas do sector, prevê igualmente a refundação da Empresa Nacional de Exploração e Navegação Aérea (Enama).     
A Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), instituição adstrita ao Ministério dos Transportes de Angola, tem vindo a levar a cabo, desde 2009, um programa de reabilitação de aeroportos em todo o território nacional, tendo beneficiado já de tais obras várias aerogares provinciais e zonas de movimento de aeronaves.
Criar condições efectivas de concorrência no sector e aumentar a capacidade de mobilidade nos transportes aéreos figuraram do Plano Nacional de Desenvolvimento já em execução.
No sector rodoviário o PND vai estabelecer e implementar um programa de reordenamento do sistema de transportes das províncias, dinamizar e incentivar a implantação de uma rede de oficinas rodoviárias.
 Estender a rede de táxis a todo o país, estimulando os programas de apoio ao emprego e a mobilidade, consolidar do sistema de controlo de tráfego de passageiros e meios, criar um sistema de transporte de massas eficiente, rápido e isolado (metro de superfície) em Luanda, adoptar medidas que conduzam à implementação do transporte intermodal, serão projectos implementados no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento.    

Fonte : http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/transporte/2014/0/4/Conclusao-aeroporto-Luanda-programa-refundacao-TAAG-constam-PND,a8439092-3f71-4f92-8a49-01406b1a7b00.html

Jovem cria réplica perfeita de aeronave apenas com papel e cola

Jovem cria réplica perfeita de aeronave apenas com papel e cola


Trabalho está há cinco anos em construção, mas já impressiona pela riqueza de detalhes

O DIA
Inglaterra - Um fã de aviação conquistou a atenção dos blogs de design mundo a fora, com sua réplica meticulosa de um Boeing 777 todo feito de papel. O projeto está em construção e ainda não chegou ao fim, mas mesmo pela metade dá pra ver que o trabalho de Luca Iaconi-Stewart se destaca.
O avião, em escala de 1:60, está há cinco anos em construção - um prazo bem maior do que o verdadeiro que demora 50 dias para ficar pronto - e é cheio de detalhes. Iaconi-Stewart faz uso apenas de pequenas folhas de papel, pinça e cola para constuir todos os compartimentos e a estrutura do Boeing 777.


Em entrevista para o jornal britânico The Independent , o jovem contou que apesar de gostar bastante de aviação, o que motivou seu trabalho foi uma aula de arquitetura que assistiu na escola. "Eu acho que eu queria desafiar os limites do que pode ser feito com esse material, e do que eu seria capaz de fazer também" conta Iaconi-Stewart.
Cada pequeno detalhe do avião está presente na réplica de Luca, desde o compartimento para bagagens até os carrinhos de metal dos funcionários da aeronave. Para colocar um único assento da primeira classe, Iaconi-Stewart leva oito horas.


Iaconi-Stewart acredita que assim que finalizar o projeto ele será exposto em algum lugar pois o trabalho é visualmente impressionante e cheio de particularidades. Além do reconhecimento, ele afirma que está ansioso para ver o trabalho pronto. "Quanto ao que me mantém indo, eu, obviamente, tenho interesse em vê-lo completo porque eu já estou tão perto de terminar, mas eu também gostaria de ser capaz de fazer engenharia reversa e desconstruir alguma coisa (...) É uma sensação muito gratificante quando tudo acontece como o planejado." disse ele.

Assista o vídeo na fonte.
Fonte : 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Itamaraty confirma nome de brasileiro morto na Namíbia

Itamaraty confirma nome de brasileiro morto na Namíbia


Vista de Windhoek, capital da Namíbia

Sérgio Miguel Pereira Soveral está entre os 33 mortos na queda do avião


Brasília - O governo brasileiro confirmou neste sábado, 30, o nome do brasileiro que morreu na sexta-feira, 29, na queda de um avião na Namíbia: Sérgio Miguel Pereira Soveral. O Ministério das Relações Exteriores informou que está prestando assistência consular à família por meio das embaixadas na região. "O governo brasileiro manifesta suas mais sentidas condolências às famílias das vítimas, ao governo e ao povo moçambicano e às demais nações que tiveram cidadãos vitimados pelo acidente", diz o ministério em nota.

empresa aérea LAM, Linhas Aéreas de Moçambique, informou em nota que o voo transportava 27 passageiros e seis tripulantes. Entre os passageiros estavam também dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês e um chinês.
O voo TM 470 saiu na sexta-feira da capital de Moçambique, Maputo, com destino a Luanda, capital de Angola, e era feito em uma aeronave Embraer 190. O avião foi fabricado em 2012 e passou a ser utilizado pela companhia africana em 17 de novembro do ano passado.
O acidente foi confirmado neste sábado pela autoridade da aviação civil da Namíbia. Uma equipe de busca localizou e identificou os destroços da aeronave no Norte do país, próximo à divisa com Angola. "Não existe ainda informação das circunstâncias que ocasionaram o acidente. Os investigadores devem ter o tempo e espaço necessários para realizar o seu trabalho sem qualquer interferência", diz a LAM.
A Embraer informou que se colocou à disposição das autoridades aeronáuticas para auxiliar nas investigações e que enviará uma equipe de técnicos para o local do acidente. Em nota, a empresa "lamenta profundamente o acidente com a aeronave" e "se solidariza com os familiares das vítimas e com a LAM".



Desastre aéreo

Desastre aéreo



O inspector-geral do Ministério das Finanças, Manuel João Landa, o músico Action Nigga e o Dj Maskarado estão entre as vítimas mortais do avião das Linhas Aéreas de Moçambique que se despenhou na sexta-feira no Norte da Namíbia e no qual viajavam nove angolanos.

De acordo com uma fonte do Ministério das Finanças, além de Manuel João Landa, também morreram no acidente as inspectoras Domingas Freire dos Santos e Almejada Laura Vatuva, que regressavam de Maputo, aonde se deslocaram em serviço no quadro da conferência anual das Inspecções Gerais da CPLP.  
O ministro Armando Manuel suspendeu o Conselho Consultivo  do Ministério das Finanças que vinha decorrendo desde sexta-feira no Centro de Convenções de Talatona,  tão logo soube da confirmação do desaparecimento de três quadros seniores da sua instituição que seguiam a bordo do avião da LAM.
Em nota a que o Jornal de Angola teve acesso, o ministro das Finanças, profundamente consternado, destacou o serviço público prestado pelos quadros desaparecidos  e criou uma comissão de exéquias para as últimas homenagens.
Morreu também no acidente a moçambicana Dulce Maria Chimene, que trabalhava e residia em Angola. “O avião foi completamente reduzido a cinzas e não há sobreviventes”, avançou à Reuters Willy Bampton, responsável da polícia namibiana. Os destroços do avião, que fazia a ligação entre Maputo e Luanda, foram encontrados no Parque Nacional de Bwabwata, no norte da Namíbia, junto à fronteira com o Botswana.
A companhia aérea moçambicana informou que seguiam a bordo do Embraer 190, fabricado e adquirido pela LAM em 2012 no Brasil, dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês, um brasileiro e um chinês. Ao todo, estavam 33 pessoas a bordo, entre as quais 27 passageiros e seis tripulantes. O avião descolou do Aeroporto Internacional de Maputo às 11h26 de sexta-feira e devia ter aterrado nacapital angolana às 14h10. A administradora-delegada da LAM, Marlene Manave, disse que a última comunicação com a tripulação ocorreu às 13h30 de sexta-feira.
O comandante do voo TM 470 era um moçambicano com larga experiência aos comandos de aeronaves da LAM, com mais de quatro mil horas de voo, e já foi chefe de operações e instrutor de voo. Esta não era a primeira vez que fazia o voo Maputo - Luanda e vice-versa. 
O seu co-piloto, também moçambicano, tinha experiência de voo, com pelo menos mil horas nos aviões da companhia aérea moçambicana. Este foi o primeiro acidente em que um avião das Linhas Aéreas de Moçambique se despenhou e os ocupantes morreram, em 33 anos de operações nacionais e internacionais da companhia aérea moçambicana. 
Desde 2011, altura em que a LAM foi banida de voar no espaço aéreo europeu, a empresa começou o processo de renovação da frota, anteriormente composta por aparelhos Boeing, por modernos aviões como o que se despenhou na sexta-feira. Além do Embraer 190, a LAM utiliza os modelos 120 e 145 da Embraer, Q 400 da canadiana Bombardier e um Boeing 737-500, produzido nos Estados Unidos.


sábado, 30 de novembro de 2013

Nove angolanos a bordo do avião moçambicano que se despenhou na Namíbia

Nove angolanos a bordo do avião moçambicano que se despenhou na Namíbia.



Luanda - Nove angolanos seguiam a bordo do avião das Linhas Aéreas Moçambicanas (LAM), que se despenhou nesta sexta-feira, no Norte da Namíbia, junto à fronteira com Angola e o Botswana.


O facto foi confirmado hoje (sábado), à Angop, pelo 1º secretário da embaixada de Moçambique em Angola, António Silva, adiantando que se esperam informações adicionais sobre o desastre.
Além dos angolanos, seguiam na aeronave mais 10 moçambicanos, cinco portugueses, um francês, um brasileiro, um chinês e seis tripulantes.
O avião descolou do Aeroporto Internacional de Maputo, em Moçambique, às 11h26 de sexta-feira e deveria ter aterrado em Luanda às 14h10, o que não chegou a acontecer.

Avião da LAM achado sem sobreviventes.

Avião da LAM achado sem sobreviventes.




Windhoek (AFP) - Um avião da LAM, companhia nacional de Moçambique, que viajava para Angola, foi achado carbonizado na Namíbia e sem sobreviventes entre as mais de 30 pessoas de diversas nacionalidades que estavam a bordo, anunciou a polícia neste sábado. Entre os passageiros, havia um cidadão brasileiro.


"Minha equipe encontrou o aparelho. Não há sobreviventes. O avião está carbonizado por completo", declarou à AFP o coordenador da polícia da região namíbia de Kavango (nordeste), Willie Bampton, depois de várias horas de busca em uma zona pouco povoada no parque nacional de Bwabwata.
O voo TM 470 decolou na sexta-feira de Maputo com destino a Luana, com 27 passageiros a bordo: dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês, um brasileiro e um chinês, segundo um comunicado da LAM.
En Maputo, as autoridades se negaram por ora a fazer comentários, e simplesmente confirmaram que havia 33 pessoas a bordo, incluindo a tripulação.
Uma reunião de crise do gabinte foi convocada para o palácio presidencial.
Segundo um técnico do aeroporto, que pediu para não ser identificado, o avião teria caído por causa do mau tempo.
O acidente é o mais grave na história da aviação civil de Moçambique desde a misteriosa queda do avião do presidente Samora Machel em 1986 na África do Sul, quando morreram 34 pessoas.
Em 2011, a União Europeia proibiu a LAM de voar em seu espaço aéreo.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Boeing mantém conversas para montar o 777X em Seattle

Boeing mantém conversas para montar o 777X em Seattle.


Boeing 777-300ER: gigante usado pela TAM

Boeing: montagem final do 777X seria na unidade da Boeing de Everett, perto de Seattle, lar da produção de toda sua linha de aviões maiores, com exceção do 787 Dreamliner

São Paulo - A Boeing mantém conversas avançadas com um sindicato para montar seu novo avião 777X e fabricar as asas da aeronave na região de Seattle, disse uma fonte com conhecimento das negociações à Reuters.

Pela proposta, a montagem final do 777X seria na unidade da Boeing de Everett, perto de Seattle, lar da produção de toda sua linha de aviões maiores, com exceção do 787 Dreamliner, cuja montagem é dividida entre Everett e North Charleston, na Carolina do Sul.
As asas expandidas do avião seriam construídas na região do entorno de Puget Sound, a fonte disse nesta segunda-feira, pedindo para não ser identificada porque as negociações permanecem confidenciais.
As conversas estão "nos estágios finais, mas não estão concluídas ainda", disse a fonte, acrescentando que as conversas, iniciadas sem alarde pela Boeing e pela Associação Internacional de Mecânicos há cerca de uma semana, são "intensas".
Na Europa, um porta-voz da Boeing se recusou a comentar o assunto.