Fronteira segura com apoio aéreo.
Modernização da Força Aérea Nacional constitui uma das prioridades da chefia das Forças Armadas Angolanas para este ano.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas (FAA), Geraldo Sachipengo Nunda, garantiu que o processo de reequipamento e modernização já está em curso e confirma a compra, ao Brasil, de seis aviões militares Super Tucano para apetrechar a Força Aérea Nacional.
Em declarações à Rádio Nacional de Angola, o general Sachipengo Nunda disse que a aquisição dos aviões é parte de um longo processo que inclui formação de quadros, melhoria das condições de alimentação e acomodação da tropa, além do rejuvenescimento do pessoal.
O Super Tucano é capaz de realizar operações de ataque leve, vigilância, contra insurgência e interceptação aérea. O avião pode ser equipado com diversos tipos de armamento, entre eles lançadores de foguetes de 70 mm, mísseis ar-ar e bombas teleguiadas a laser.
O general Sachipengo Nunda afirmou que os aviões adquiridos podem ser utilizados para a protecção das fronteiras nacionais, no combate à imigração ilegal, um fenómeno que está a preocupar as autoridades angolanas. A Mauritânia e o Burquina Faso também adquiriram o mesmo tipo de aviões para patrulhar as suas fronteiras.
O ministro da Defesa, Cândido Van-Dúnem, defendeu a adaptação permanente e evolutiva da organização das Forças Armadas Angolanas à nova conjuntura, com vista a fazer face à imigração ilegal. O nosso território, disse o ministro, tem sido reiteradas vezes palco de acções de invasão de cidadãos estrangeiros que, à procura das melhores condições de vida, atravessam a nossa fronteira com países vizinhos e fixam-se em diferentes pontos do território, a fim de aí desenvolverem negócios ilícitos. O ministro acrescentou que a situação tomou proporções preocupantes nos últimos tempos com o envolvimento de alguns cidadãos nacionais, que são aliciados a ponto de facilitarem a entrada de garimpeiros em Angola.
O ministro do Interior, Ângelo Veiga, anunciou a redefinição de estratégias no combate à imigração ilegal e à criminalidade, com a introdução de mecanismos e métodos que permitem envolver de forma mais participativa os membros das comunidades, exigindo respostas firmes no domínio de repressão e prevenção.
O avião Super Tucano pode aterrar em pistas não pavimentadas e é utilizado pelas forças aéreas do Brasil, Chile, Colômbia, Equador, República Dominicana, Burkina Faso e Indonésia.
Em declarações à Rádio Nacional de Angola, o general Sachipengo Nunda disse que a aquisição dos aviões é parte de um longo processo que inclui formação de quadros, melhoria das condições de alimentação e acomodação da tropa, além do rejuvenescimento do pessoal.
O Super Tucano é capaz de realizar operações de ataque leve, vigilância, contra insurgência e interceptação aérea. O avião pode ser equipado com diversos tipos de armamento, entre eles lançadores de foguetes de 70 mm, mísseis ar-ar e bombas teleguiadas a laser.
O general Sachipengo Nunda afirmou que os aviões adquiridos podem ser utilizados para a protecção das fronteiras nacionais, no combate à imigração ilegal, um fenómeno que está a preocupar as autoridades angolanas. A Mauritânia e o Burquina Faso também adquiriram o mesmo tipo de aviões para patrulhar as suas fronteiras.
O ministro da Defesa, Cândido Van-Dúnem, defendeu a adaptação permanente e evolutiva da organização das Forças Armadas Angolanas à nova conjuntura, com vista a fazer face à imigração ilegal. O nosso território, disse o ministro, tem sido reiteradas vezes palco de acções de invasão de cidadãos estrangeiros que, à procura das melhores condições de vida, atravessam a nossa fronteira com países vizinhos e fixam-se em diferentes pontos do território, a fim de aí desenvolverem negócios ilícitos. O ministro acrescentou que a situação tomou proporções preocupantes nos últimos tempos com o envolvimento de alguns cidadãos nacionais, que são aliciados a ponto de facilitarem a entrada de garimpeiros em Angola.
O ministro do Interior, Ângelo Veiga, anunciou a redefinição de estratégias no combate à imigração ilegal e à criminalidade, com a introdução de mecanismos e métodos que permitem envolver de forma mais participativa os membros das comunidades, exigindo respostas firmes no domínio de repressão e prevenção.
O avião Super Tucano pode aterrar em pistas não pavimentadas e é utilizado pelas forças aéreas do Brasil, Chile, Colômbia, Equador, República Dominicana, Burkina Faso e Indonésia.
Fonte : https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1635713904368230965#editor/target=post;postID=8499123096235569432
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