domingo, 25 de agosto de 2013

Asas da SADC voam no Leste


Asas da SADC voam no Leste





A três dias da abertura oficial do exercício aéreo militar Zambeze Azul, tudo corre como estava previsto. Ontem, começou a parte prática. Os aviões partiram para Luanda em busca da ajuda humanitária para distribuir em Sulete (Saurimo), capital fictícia da República de Lumhosa. 
Os voos foram feitos em várias direcções. Para Luanda partiram três aeronaves de grande porte, um C-130 do Botswana, um Hércules Escorpião 41, da África do Sul, e um Turkey Y8, da Tanzânia. Este último vai para Leone (Luena), com dez toneladas de ajuda humanitária.
Em Cazembe (Cazombo) estão helicópteros de médio e pequeno porte que vão fazer a distribuição da ajuda humanitária nas localidades fictícias de Caianda, Lokua (Lovua), Calunda, Moconda (Macondo) e Caquengue (Lumbala-Caquengue), de Nguimbole (Lumbala Nguimbo), Mussome (Mussuma), Angana (Hangana) e Tchilume (Chiume).
O comandante da componente aérea, coronel António Caetano João, disse que nesta fase as forças da SADC estão a responder ao pedido de socorro das populações desfavorecidas da República Unida de Lumhosa em Leone (Luena), a capital política. “Até aqui o exercício tem corrido bem. Estamos a conseguir entender-nos e a trabalhar, por isso conseguimos chegar à parte prática. Somos todos países da SADC, trabalhamos como irmãos, para alcançarmos o mesmo objectivo, que é termos uma força aérea na região austral capaz de responder a situações de conflito”, disse o comandante da componente aérea. 
 Para hoje, o cenário é o mesmo. Os aviões estão a transportar ajuda humanitária de Luanda para Saurimo e Luena, posteriormente vai ser feita a entrega de bens alimentares de primeira necessidade e material escolar às populações dos municípios das duas províncias.
Voos no Lumhosa
Durante o exercício na República Unida do Lumhosa as forças vão obedecer às regras e procedimentos de tráfego aéreo em conformidade com a Convenção sobre a Aviação Civil Internacional, os procedimentos para os serviços de navegação aérea e os procedimentos regionais.
Os aviões devem manter uma altitude de segurança, evitar penetrar na aérea de responsabilidade da torre restrita ou espaço aéreo segregado, sem devida autorização.
Os aviões devem ainda depositar um plano e dispor de equipamentos rádio, que permitam as comunicações bilaterais com os serviços de tráfego aéreo nas frequências consignadas.
As regras são cumpridas a 100 por cento. Os pilotos são obrigados a reportar 15 minutos antes a frequência ao aeródromo e manter a comunicação bilateral permanente. Qualquer deficiência observada pelos pilotos no decurso de um voo, é automaticamente reportada na frequência do serviço de tráfego aéreo adequado.




Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/asas_da_sadc_voam_no_leste

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